O Patrono, Álvaro Laborinho Lúcio

Habilitar, tornar hábil ou apto, preparar.

Escolha-se o significado e, qualquer que ele seja, toma-nos a mão e faz-nos parte dele.
Somos nós, então, quem torna hábil, quem olha e vê o apto, quem transforma, quem dá esperança.
E elas vêm. As crianças.
Sem que muitas o saibam, trazem os sonhos para lhes darem forma e pedem-nos a habilidade que ainda não têm.
Vêm morar connosco.
E é ver o habilitar ter o sentido de habitar.  Habi(li)tar.
Habitar, morar, ser presente, povoar, estar dentro.
E, quando o lugar se mete a caminho e se oferece para ser casa, as paredes, os telhados, os chãos deixam-se pintar pelos afectos, pelas ilusões boas e é então, só então, que se fixam firmes para receberem, dentro, os habitantes.
E eles chegam. Meninos e meninas.
Trazem as fragilidades que mostram à entrada, e esperam pelos grandes, pelo abraço deles, pela mão que os puxa para dentro.
Pela mão que habilita.
E ouvem falar de Dignidade. Igualdade. Felicidade.
E acreditam. Não sabem que acreditam. Nem sabem, muitos, o que é acreditar. Mas não importa.
Habitam apenas.
E, habitar é ser feliz.
Não sabem também, muitos, o que é ser feliz.
Mas são.
Se nós quisermos.

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